Este blog é uma ferramenta que vai nos auxiliar nas atividades no decorrer do PIM, Projeto Integrado Multidisciplinar proposto pela Faculdade Promove de Sete Lagoas .

O propósito do nosso projeto é a criação de um Brand Book da marca Greenpeace, o qual visa identificar o conceito da empresa e reproduzi-lo através de imagens e textos, de forma clara, que permita aos que o visualizem compreender o significado da marca e o que ela deseja transmitir.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Stephen

No trabalho lecionado pelo professor Julio Alessi, juntamente com meu grupo. No entanto, as tarefas foram divididas para cada integrante que melhor se desempenhava.
Fiquei responsável pela parte de criação, desenvolvimento e layout para o projeto, sendo que obviamente tiveram a participação de todos integrantes do grupo para melhores esclarecimentos e definições no projeto.

Segue todas etapas em que fui responsável:

- Identidade visual para o nosso PIM;
- Desenvolvimento dos Raf's para o Sckatbook;
- Participação do evento promovendo a plantação de mudas na Serra de Santa Helena;
- Fotos para anexar em nosso Brand book;
- Produção da personificação da Marca;
- Grupos de Foco- Profª Fernanda Motta;
- Ambientação no dia da apresentação final.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Programa Fantástico Rede Globo

! PROIBIDO !

Com  período  de  Piracema, pesca  está  proibida  nos  rios  do  Paraná

Piracema começou na terça-feira (1º) e segue até 28 de fevereiro de 2012.
Quem desrespeitar determinação está sujeito a multa.



Até o dia 28 de fevereiro de 2012 estão proibidas as pescas amadora e profissional na Bacia do Rio Paraná, por causa da Piracema, que é a fase em que os peixes nadam em direção à nascente para desovar. O período é determinado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura e entrou em vigor na terça-feira (1º).
Piracema começa dia 1º de novembro em Mato Grosso. (Foto: Assessoria/Secom-MT)

Este mesmo período é valido para a Bacia do Sudeste que também agrega rios paranaenses. A tabela com o período de Piracema em todos os estados no pais pode ser verificada no site do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Quem for flagrado desrespeitando a legislação pode ser multado em, no mínimo, R$ 700 mais R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca podem ser apreendidos pelos fiscais.
O governo estadual informou que a fiscalização será realizada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e pela Polícia Ambiental nos rios Tibagi, Pirapó, das Cinzas, Laranjinha, Arroio Guaçu, Piquiri, Ivaí, Ocoí, São Francisco Falso, São Francisco Verdadeiro, Chopim, São Bento, que são os principais do estado. A fiscalização também é válida para os afluentes.

A pesca desembarcada, aquela que é praticada no barranco dos rios, está permitida, desde que os critérios estabelecidos pela legislação ambiental sejam respeitados. O mesmo vale para a pesca em reservatório. Também estão liberados campeonatos e gincanas, desde que os peixes capturados sejam devolvidos à natureza.
Documentação
Tanto para a pesca amadora quanto para a profissional, embarcada ou desembarcada, é necessária a posse da documentação emitida pelo Ministério da Pesca. Para a emissão do documento é preciso responder algumas perguntas e se cadastrar no site do ministério. O documento é emitido na hora.

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Planeta precisa do Greenpeace

O novo Filme publicitário do Greenpeace retrata em 30 segundos o trabalho e atuação da organização nos anos em que está presente no Brasil.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Existe um famoso provérbio chinês que diz:
"Para ser feliz todo ser humano deve ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore!"
Que tal ir em busca da felicidade?
 Você pode começar plantando uma árvore!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Enxotados pelo Eike



Acossados pela tropa de choque, privados de alimento e àgua e deixados no escuro, dezoito ativistas são retirados à força da sede da OGX, de Eike Batista, após nove horas de protesto pacífico.

Terminou em expulsão pela polícia as mais de nove horas de protesto do Greenpeace na sede da petroleira OGX, no Rio de Janeiro. Às 19h20 da noite do dia 31 de agosto, os dezoito ativistas que desde as 10h da manhã resistiam à tropa de choque e aos seguranças do bilionário Eike Batista em protesto pacífico contra exploração de petróleo em Abrolhos foram retirados à força. Eles foram impedidos de receber àgua e comida e tiveram a luz do prédio cortada.

Quinze ativistas fantasiados de baleias e outros três travestidos de funcionários da OGX, com borrifadores de óleo falso. Este era o time do Greenpeace. Do outro lado, dezenas de seguranças e uma tropa da polícia altamente armada, preparados para o confronto.

No interior do prédio, onde ocorria o protesto totalmente pacífico, a imprensa foi impedida de entrar e plásticos pretos colocados pelos funcionários tapavam a visão de quem desde cedo lotava as calçadas da entrada do edifício, no centro do Rio de Janeiro. Acorrentados nas catracas de acesso aos elevadores, os manifestantes aguardaram a presença de Eike Batista, dono da empresa, e resistiram por horas à violência desmedida dos leões-de-chácara do bilionário.

O objetivo da manifestação era simples e claro: obter resposta a um pedido de fim de exploração em uma área altamente prioritária para a conservação marinha brasileira. Mas, passadas três horas de protesto, a empresa dignou-se apenas a divulgar uma posição vaga. Em carta, alegou que a localização dos blocos na região dos Abrolhos não oferecia riscos, algo que nenhuma empresa ou orgão científico pode garantir.