Este blog é uma ferramenta que vai nos auxiliar nas atividades no decorrer do PIM, Projeto Integrado Multidisciplinar proposto pela Faculdade Promove de Sete Lagoas .

O propósito do nosso projeto é a criação de um Brand Book da marca Greenpeace, o qual visa identificar o conceito da empresa e reproduzi-lo através de imagens e textos, de forma clara, que permita aos que o visualizem compreender o significado da marca e o que ela deseja transmitir.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Enxotados pelo Eike



Acossados pela tropa de choque, privados de alimento e àgua e deixados no escuro, dezoito ativistas são retirados à força da sede da OGX, de Eike Batista, após nove horas de protesto pacífico.

Terminou em expulsão pela polícia as mais de nove horas de protesto do Greenpeace na sede da petroleira OGX, no Rio de Janeiro. Às 19h20 da noite do dia 31 de agosto, os dezoito ativistas que desde as 10h da manhã resistiam à tropa de choque e aos seguranças do bilionário Eike Batista em protesto pacífico contra exploração de petróleo em Abrolhos foram retirados à força. Eles foram impedidos de receber àgua e comida e tiveram a luz do prédio cortada.

Quinze ativistas fantasiados de baleias e outros três travestidos de funcionários da OGX, com borrifadores de óleo falso. Este era o time do Greenpeace. Do outro lado, dezenas de seguranças e uma tropa da polícia altamente armada, preparados para o confronto.

No interior do prédio, onde ocorria o protesto totalmente pacífico, a imprensa foi impedida de entrar e plásticos pretos colocados pelos funcionários tapavam a visão de quem desde cedo lotava as calçadas da entrada do edifício, no centro do Rio de Janeiro. Acorrentados nas catracas de acesso aos elevadores, os manifestantes aguardaram a presença de Eike Batista, dono da empresa, e resistiram por horas à violência desmedida dos leões-de-chácara do bilionário.

O objetivo da manifestação era simples e claro: obter resposta a um pedido de fim de exploração em uma área altamente prioritária para a conservação marinha brasileira. Mas, passadas três horas de protesto, a empresa dignou-se apenas a divulgar uma posição vaga. Em carta, alegou que a localização dos blocos na região dos Abrolhos não oferecia riscos, algo que nenhuma empresa ou orgão científico pode garantir.



Um comentário: